Fibria é a campeã da 10ª Mostra Socioambiental

Empresa associada do CIESP Jacareí apresentou o projeto desenvolvido pelo NEA – Núcleo de Educação Ambiental

Aproximadamente 70 pessoas participaram da cerimônia de premiação da 10ª Mostra de Ações Socioambientais

Na noite da última quinta-feira, 25, a Diretoria Regional do CIESP em Jacareí promoveu a 258ª Reunião Plenária, com foco na premiação da 10ª Mostra de Ações Socioambientais.

Aproximadamente 70 pessoas participaram do evento, entre estudantes, jornalistas, empresários e autoridades locais.

Foram apresentados, ao todo, 7 projetos com foco na área ambiental e social. Participaram: Fibria, Tarkett Fademac, CCR Nova Dutra, Instituto Cosmos, FATEA, Prefeitura Municipal de Jacareí e Rhodia Solvay.

Cada participante teve 10 minutos para expor, resumidamente, a pertinência do projeto e os benefícios oferecidos à comunidade e ao meio ambiente.

 

Vencedor

Após as apresentações, a Comissão Julgadora entregou à coordenação do evento as notas atribuídas aos projetos.

A Fibria foi, pelo terceiro ano consecutivo, a vencedora do prêmio e recebeu das mãos da diretoria do CIESP e da Ativia Saúde, o troféu “Ativia-GTMA-CIESP Jacareí de Sustentabilidade”.

A companhia apresentou o projeto Ecoagentes Mirins, que visa conscientizar as crianças sobre as melhores práticas para a preservação ambiental e o desenvolvimento social.

A Fibria foi a campeã com o projeto Ecoagentes Mirins

Gerenciando a Escassez de Água

Horas antes da plenária, o CIESP promoveu um seminário sobre escassez de água.

O evento contou com a participação de, aproximadamente, 15 pessoas.

Embora o número de participantes seja reduzido, o debate em torno da escassez hídrica foi bastante produtivo e esclarecedor.

Para o diretor do CIESP Jacareí, Ricardo Esper, a pouca participação da indústria e da sociedade civil demonstra relativo desconhecimento sobre o perigo de racionamento de recursos hídricos.

“Parece que empresas e pessoas não estão preocupadas com a falta d’água, o que, a meu ver, faz com que os governos continuem omissos quanto à responsabilidade e as providências que precisam ser tomadas para minimizarmos, ao máximo, os efeitos negativos da estiagem prolongada”, comenta.

 

Willian Martins, Agência Ciesp de Notícias

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